quarta-feira, 30 de março de 2016

A onda da vez! Slackline faz bem para o corpo e a mente

Slackline faz bem para o corpo e a mente
Por Taty Bruz

O esporte é recente, mas já se tornou popular aqui no Brasil. Principalmente em regiões com praias e praças, um atrativo a mais para a população, o atleta e, ainda, quem busca manter a boa forma.

Outra vantagem do Slackline, atividade feita com a ajuda de fitas de nylon geralmente amarradas no tronco de árvores, é poder ser feito ao ar livre, sendo um incentivo a mais para o praticante que curte o contato direto com a natureza.

Segundo educadores físicos, além do equilíbrio exigido constantemente o esporte também age em diferentes grupos musculares, tanto superiores quanto inferiores, trabalhando constantemente o ganho de força do atleta. Saiba mais!


O esporte chegou ao Brasil em 1995 através de escaladores estrangeiros. Porém, somente entre 2003 e 2004 ganhou notoriedade após um praticante fazer o primeiro Highline na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro. Por conta disso, a cidade é a mais popular na prática da atividade, seguida de Brasília, Minas Gerais, Salvador, Fortaleza e São Paulo.

Para profissionais, o Slackline é uma atividade que não só ajuda no fortalecimento muscular como no equilíbrio e na postura, além de ajudar também no processo de emagrecimento naquelas pessoas que estejam acima do peso.
 
Entretanto, o Slackline não pode ser comprado a uma atividade aeróbia com maior capacidade de remoção de gordura. Por outro lado, o trabalho de força isométrica realizado durante a atividade auxilia diretamente no ganho de massa muscular e gasto calórico.

Ainda, de acordo com especialistas, a atividade física traz benefícios para o corpo e mente por causa da concentração exigida enquanto se está equilibrando em cima das cordas.

Isso por que o trabalho mental exigido é aplicável em vários outros esportes e situações do dia a dia. Desta forma, é perceptível que o atleta adepto ao Slackline tenha maior controle mental, passando a lidar melhor com situações de estresse, por exemplo.

Já dentre os benefício, os educadores físicos explicam que é essencial respeitar as recomendações de segurança para evitar possíveis acidentes durante a execução da atividade esportiva.

Assim, o uso de equipamentos de qualidade e pontos de ancoragem seguros deve ser exigido, além de estar sempre com backup para o caso da fita se romper. Outra dica é ir com cautela.




O mais apropriado é buscar desenvolver manobras gradativamente, além de estar sempre em solo apropriado como grama, areia ou colchão macio. Por fim, busque a ajuda de um profissional apto para dar-lhe aulas.



Embora o slackline tenha ficado mais conhecido em algumas cidades brasileiras, o esporte possui ainda mais cinco modalidades:

Trickline: utilizam-se posições mais estáticas em cima da fita e não há saltos acrobáticos;

Jumpline: neste caso, a fita utilizada possui 3 cm de largura e maior elasticidade. O objetivo é fazer com que o praticante seja impulsionado para o alto, facilitando a realização de saltos e giros. Como favorece diversos movimentos, o Jumpline é o mais indicado para queimar calorias;

Waterline: sua prática é realizada com a fita em cima de um ambiente contendo água como mar ou piscina. Para especialistas, é a forma mais divertida e segura de treinar manobras ousadas vindas do Jumpline;
 
Longline: semelhante ao Slackline, porém praticada com uma fita maior (cerca de 20 m de distância). Neste caso, além de trabalhar a musculatura do abdômen, das pernas e dos braços, os atletas ainda desenvolvem força nas costas por causa do equilíbrio exigido;
 
Highline: de acordo com educadores físicos é a modalidade mais difícil e radical. Geralmente é praticada acima de 5m de altura, mas já teve casos de adeptos se aventurarem a uma altura de 147 m. Por conta dos riscos, os praticantes utilizam um equipamento de segurança, sendo presos a uma corda. E se por um acaso eles perderem o equilíbrio, fita é mais larga e suporta um peso ainda maior.

 Fonte: http://natelinha.uol.com.br/

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